A insegurança nem grita mais.
Ela apenas fala baixinho que
a gente não é suficiente,
que sempre existe alguém melhor,
que talvez nunca seja escolhido. E,
de tanto ouvir isso dentro da própria cabeça,
a gente começa a acreditar.
O pior é sorrir por fora enquanto,
por dentro, trava uma batalha
silenciosa contra a sensação
de nunca ser bom o bastante.


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