(...) O céu estava tão cheio de estrelas, tão luminoso, que quem erguesse os olhos para ele se veria forçado a perguntar a si mesmo: Será possível que sob um céu assim possam viver homens irritados e caprichosos?
— Fiódor Dostoiévski, no livro "Noites Brancas". (Editora 34; 3.ª edição [2009]).


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